CALs

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Windows Server 2012 R2 Device CAL - 1 Dispositivo

latiendadelaslicencias.com/es Reviews with ekomi.es
Preço $ 19,86 (com IVA) $ 16,41 (sem IVA)

Windows Server 2016 User CAL – 1 Usuário

latiendadelaslicencias.com/es Reviews with ekomi.es
Preço $ 22,70 (com IVA) $ 18,76 (sem IVA)

Windows Server 2016 Device CAL - 1 Usuário

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Preço $ 22,70 (com IVA) $ 18,76 (sem IVA)

Windows Server 2012 R2 RDS User CAL – 1 Usuário

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Preço $ 46,81 (com IVA) $ 38,69 (sem IVA)

Windows Server 2019 User CAL – 1 Usuário

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Preço $ 52,49 (com IVA) $ 43,38 (sem IVA)

Windows Server 2022 Device CAL – 1 Dispositivo

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Preço $ 53,91 (com IVA) $ 44,55 (sem IVA)

Windows Server 2022 User CAL - 1 Usuário

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Preço $ 56,74 (com IVA) $ 46,90 (sem IVA)

Compre as CALs originais do Windows Server a um preço muito abaixo do preço oficial da Microsoft. Esta subcategoria reúne as licenças de acesso para Windows Server 2012 R2, 2016, 2019 e 2022, nas duas modalidades — por posto de acesso e por dispositivo —, todas perpétuas e de pagamento único. Entrega imediata por e-mail em Portugal, no Brasil e em qualquer outro país.

Entrega imediata por e-mail Pagamento único, sem assinatura Fatura oficial Garantia vitalícia

Empresa espanhola · Revendedor independente · Nota 9,8/10 na eKomi (selo Ouro) · Entrega digital para Portugal, Brasil e restantes países · Selecione a sua moeda na parte superior da página.

Uma CAL (Client Access License) é a licença que legaliza a ligação de uma pessoa ou de um equipamento aos recursos de um Windows Server, e é obrigatória sempre que existe mais do que um acesso em rede. Não instala nada e não substitui a licença do servidor, que se compra à parte: apenas autoriza o acesso a serviços já instalados — partilha de documentos em rede, impressão, autenticação no domínio, serviços de diretório e aplicações internas. É uma licença perpétua, de pagamento único, que não caduca por falta de uso e se ativa na consola de licenciamento do servidor em poucos minutos, sem reinstalar o sistema nem parar serviços.

Todas as CALs disponíveis no catálogo

Na modalidade por posto de acesso, que licencia uma pessoa a partir de qualquer equipamento da empresa, existem a Windows Server 2022 User CAL, a Windows Server 2019 User CAL e a Windows Server 2016 User CAL, todas para 1 posto de acesso. Existe ainda a Windows Server 2012 R2 RDS User CAL, que licencia uma pessoa em sessão completa de trabalho remoto e RemoteApp.

Na modalidade por dispositivo, que licencia um equipamento usado por um número ilimitado de pessoas, existem a Windows Server 2022 Device CAL, a Windows Server 2016 Device CAL — que funciona com qualquer sistema do lado do cliente, seja Windows, macOS ou Linux — e a Windows Server 2012 R2 Device CAL. Todas são perpétuas e de pagamento único.

CAL por posto de acesso ou CAL por dispositivo: como escolher

A escolha resolve-se com uma pergunta: há mais pessoas ou mais equipamentos ligados ao servidor? A User CAL licencia uma pessoa, que acede a partir de quantos equipamentos quiser sem custo extra — é o modelo certo para trabalho híbrido, para quem tem computador fixo e portátil, ou para comerciais em deslocação. A Device CAL licencia um equipamento, usado por um número ilimitado de pessoas — é o modelo certo para balcões de atendimento, linhas de produção, postos de caixa, salas de formação e turnos rotativos. Os dois modelos podem conviver no mesmo servidor sem conflito, e a conta é simples: compare o número de pessoas com o número de equipamentos e licencie pelo menor dos dois.

Critério User CAL (por posto de acesso) Device CAL (por dispositivo)
Fica associada a Uma pessoa nominal Um equipamento nominal
Equipamentos cobertos Sem limite, se usados por essa pessoa Apenas aquele equipamento
Pessoas cobertas Apenas aquela pessoa Sem limite, no mesmo equipamento
Reatribuição A outra pessoa, quando alguém sai da empresa A outro equipamento, quando o antigo é substituído
Cenário típico Trabalho híbrido e vários equipamentos por pessoa Turnos rotativos nos mesmos postos fixos
Tipo de licença Perpétua, pagamento único Perpétua, pagamento único

Que versão de CAL comprar e como funciona a compatibilidade

A regra é simples e vale a pena não a esquecer: a CAL tem de corresponder à versão do servidor ou ser mais recente do que ela. Uma CAL de Windows Server 2022 dá acesso a servidores 2022, 2019 e 2016; uma CAL de 2016 não dá acesso a um servidor 2022. A compatibilidade funciona sempre para trás, nunca para a frente. Por isso, quando existe um plano de atualizar o servidor a médio prazo, costuma compensar comprar já a CAL da versão mais recente. As CALs são independentes do sistema do lado do cliente: o equipamento que se liga pode ter Windows, macOS ou Linux.

CAL básica e RDS CAL não são a mesma licença

A CAL básica cobre o acesso aos recursos gerais do servidor; a RDS CAL cobre as sessões completas de trabalho remoto através do Remote Desktop Services, incluindo o RemoteApp. São licenças complementares, não alternativas: quem trabalha em sessão remota precisa das duas, além da licença do próprio sistema. Nesta subcategoria encontra a Windows Server 2012 R2 RDS User CAL; os pacotes de 50 acessos para as versões 2019, 2022 e 2025 estão na subcategoria RDS CALs. A gestão faz-se na consola de licenciamento de Remote Desktop Services, que mostra quantas licenças estão consumidas.

Como comprar, passo a passo

Passo 1: contar os acessos e escolher a modalidade

Compare o número de pessoas com o número de equipamentos, escolha a modalidade mais económica e a versão correspondente ao servidor. Compre tantas unidades quantos os acessos a legalizar, sem limite de quantidade.

Passo 2: receber a chave por e-mail

Em poucos minutos recebe a chave de ativação original e a fatura em nome da empresa, útil para apresentar numa auditoria de licenciamento.

Passo 3: ativar no servidor

A ativação faz-se na consola de gestão de licenciamento, sem reinstalar o sistema e sem interromper serviços. Demora poucos minutos.

Quantas CALs precisa a sua empresa: a conta, com exemplos

Conta-se uma CAL por cada pessoa ou por cada equipamento com acesso ao servidor, e licencia-se pelo número menor dos dois — nunca por acessos em simultâneo. A contagem inclui quem se liga de forma ocasional e todos os equipamentos que se autenticam no domínio, sejam computadores ou não. Estes três exemplos mostram a mesma regra aplicada a empresas de perfil diferente.

Escritório de dez pessoas com computador fixo e portátil

Dez pessoas e vinte equipamentos: a conta por posto de acesso é a mais económica, com dez licenças a cobrir toda a empresa, seja qual for o equipamento usado em cada momento. A conta por dispositivo exigiria vinte licenças para o mesmo resultado.

Loja ou armazém com postos partilhados por turnos

Trinta pessoas em três turnos sobre os mesmos dez postos fixos invertem a conta: dez licenças por dispositivo cobrem os dez equipamentos, com um número ilimitado de pessoas em cada um, enquanto a conta por posto de acesso exigiria trinta.

Empresa mista, com pessoal de escritório e de operações

A maioria das empresas médias combina os dois modelos no mesmo servidor, e isso é permitido: licenças por dispositivo para os postos partilhados do armazém, licenças por posto de acesso para o escritório e para a equipa comercial. A conta faz-se em separado para cada grupo e depois somam-se as licenças.

Não se esqueça dos acessos sem pessoa à frente: impressoras de rede, terminais de ponto de venda, relógios de ponto e aplicações internas que se autenticam no servidor também consomem licença de acesso.

Sinais de que a empresa ficou curta de licenças de acesso

O sinal mais claro verifica-se num minuto: a empresa cresceu em pessoas ou em equipamentos e não houve nenhuma compra de licenças de acesso pelo meio. Estas são as situações que deixam uma organização com menos CALs do que os acessos reais: contratações e substituições que ninguém registou do lado do licenciamento; abertura de uma filial com postos novos ligados ao mesmo servidor; passagem ao trabalho híbrido, que multiplica os equipamentos por pessoa; entrada de pessoal externo com acesso a documentos internos; e atualização do servidor para uma versão mais recente sem atualizar as licenças de acesso, que é o caso mais frequente, porque a compatibilidade nunca funciona para a frente.

Há ainda um sinal interno: a consola de administração mostra mais atribuições do que licenças instaladas. Sempre que essa diferença aparece, o caminho é comprar as licenças em falta, não desligar acessos.

Auditoria de licenciamento: que documentação convém guardar

Numa auditoria pede-se prova de compra de cada licença em uso, e a documentação essencial são três elementos: a fatura em nome da empresa, a chave de ativação e o e-mail de entrega original. Juntos demonstram o que foi comprado, quando e por quem, que é o que uma verificação procura.

Mantenha também um inventário simples, num documento único, com quatro colunas: produto e versão, quantidade de licenças, data de compra e servidor a que estão associadas. Acrescente uma linha sempre que houver uma reatribuição, porque é aí que as contas deixam de bater ao fim de alguns anos. Guarde esse inventário fora do próprio servidor: se o equipamento falhar, a documentação continua acessível e a reinstalação das licenças não depende da memória de ninguém.

Perguntas frequentes

A CAL substitui a licença do Windows Server?

Não. São licenças diferentes e complementares: a do sistema licencia o servidor e a CAL licencia cada acesso. Sem a licença do sistema não há servidor; sem CALs os acessos não estão legalizados.

As CALs caducam?

Não. São licenças perpétuas de pagamento único, sem renovação e sem data de expiração, mesmo que fiquem sem uso durante algum tempo.

Preciso de CAL para um acesso só pela rede local?

Precisa. A Microsoft exige CAL para qualquer acesso aos recursos do servidor, venha ele da rede local ou de fora.

Posso misturar User CAL e Device CAL no mesmo servidor?

Pode, sem qualquer conflito. É frequente licenciar por dispositivo os postos fixos partilhados e por posto de acesso as pessoas com vários equipamentos.

Uma CAL antiga serve para um servidor mais recente?

Não. A compatibilidade só funciona para trás: uma CAL de 2022 cobre servidores 2022, 2019 e 2016, mas uma CAL de 2016 não cobre um servidor 2022.

As CALs funcionam num servidor virtualizado?

Funcionam. São válidas em servidores físicos e em máquinas virtuais, sem diferença de contagem.

Um equipamento que só usa a impressora partilhada precisa de CAL?

Precisa. A impressão através de uma impressora partilhada pelo servidor é um acesso aos recursos do servidor e exige licença, tal como a partilha de documentos ou a autenticação no domínio. A regra não depende do tipo de recurso, mas de existir uma ligação ao servidor.

O que acontece se a empresa tiver menos CALs do que os acessos reais?

O servidor continua a funcionar, porque a contagem de acessos é uma obrigação contratual e não um bloqueio automático, mas a empresa fica fora das condições de licenciamento da Microsoft e a diferença aparece numa auditoria. Regularizar é simples: compram-se as licenças em falta, na versão correspondente ao servidor.

Posso passar a licença de uma pessoa que saiu da empresa para outra?

Pode, e chama-se reatribuição: a licença por posto de acesso passa para quem ocupa o lugar e a licença por dispositivo passa para o equipamento que substitui o antigo. Registe a mudança no inventário de licenciamento, com a data.

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